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  • Jefferson Dieckmann

O NOSSO PEQUENO MUNDO





O mundo, outrora imenso, apequenou-se diante das tecnologias de informática, telecomunicações e transportes. Outrora, quando familiares ou amigos viajavam, só conseguíamos falar com eles através de ligações telefônicas feitas de aparelhos fixos e pagando-se uma tarifa muito alta. Hoje, conversamos com os filhos que estão do outro lado do Atlântico em áudio e vídeo apenas com um toque na tela do celular.

A moderna aviação também diminuiu distâncias e tornou os deslocamentos, encontros e reencontros bem mais fáceis.


Num dia estamos em casa, no dia seguinte desembarcamos em Portugal e apenas cinco horas depois, estamos na Turquia, divisa entre Europa e Ásia. A facilidade é tanta que nos tornamos “cidadãos do mundo” entre saguões de aeroportos e carimbos no passaporte.


Não existem mais as distâncias quase intransponíveis de antigamente. Definitivamente, o mundo mudou. Recebemos notícias de fatos ocorridos do outro lado do mundo, quase no mesmo instante. Pena que a maioria dessa notícias seja de guerras, catástrofes, mudanças climáticas severas, etc. Na contramão de toda a evolução tecnológica, parece estar indo a humanidade. Que bom seria se este planeta fosse povoado apenas por povos irmãos. Ao invés de armas, que os países trocassem ajuda humanitária, comida, remédios e vacinas. Se toda a evolução tecnológica, um dia, for usada para unir e aproximar ao invés de destruir, a humanidade terá uma nova chance de ver o ressurgimento de uma época de paz entre os povos. Tomara. Talvez nós não estejamos mais por aqui, mas nossos netos ou bisnetos, sim.


E é por eles que nós rezamos e tentamos fazer o máximo possível para deixar um mundo, nem que seja um pouco, melhor.









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