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  • Jefferson Dieckmann

O CULTO AO CAOS



Parece que, definitivamente, estamos nos encaminhando rumo a tempos muito difíceis. Quem acompanha diariamente noticiários, pode perceber isso. Vivendo em um tempo em que a tecnologia avançou muito em termos de comunicação, Internet, transmissão de dados, com a medicina evoluindo demais em termos de tratamentos e vacinas, parece que a humanidade não aproveita ou usufruí disso. Pior ainda; utiliza essas modernas tecnologias para os conflitos e para a destruição daqueles que são considerados inimigos. Em pleno ano 2023 do século 21, a quantidade de guerras e conflitos que eclodem no mundo, são quase incontáveis. As guerras que mais temos notícias são as protagonizadas nos territórios da Ucrânia e na Cisjordânia. Fora os outros conflitos, talvez menores, mas tão mortais quanto, seja na Siria ou em países da África. Nesses atos bélicos, os grandes perdedores são sempre os inocentes: crianças, mulheres e idosos que pagam com suas vidas o alto preço de uma luta que talvez nem verdadeiramente lhes pertença. Por outro lado, a situação do clima, em termos globais, não poderia estar pior. Chuvas torrenciais, ciclones, tufões e secas tenebrosas ceifam vidas ao redor do globo. Eventos esses, provocados devido às ações humanas.


Florestas são propositalmente derrubadas para dar lugar a pastagens para o gado. Outras matas são incendiadas por métodos arcaicos como as “queimadas”, ainda hoje erroneamente utilizados. As geleiras os polos da Terra estão derretendo. Cada vez o ser humano produz mais e mais lixo diariamente. Todos acham que a solução é “jogar fora” o que já não é útil, esquecendo que não existe “fora”, pois tudo fica dentro do planeta que habitamos. Enfim, a lista de maus exemplos protagonizados pela humanidade é quase infindável. O pior é que o ser humano ainda não percebeu a gravidade da situação do planeta. Se torna urgente um repensar. Ou todos se dão as mãos e se ajudam em prol de um bem maior, que não seja o dinheiro, o lucro ou o poder, ou o destino de todos está definitivamente traçado rumo a destruição. Infelizmente, sem uma drástica mudança de pensamentos e comportamentos globais, o nosso fim está logo ali. Acho até que tenho sido repetitivo nesse pensar. Pessimismo? Infelizmente, eu acho que não. Temos diante dos nossos olhos, uma dura e cruel realidade.








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