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  • Jefferson Dieckmann

A CONFRARIA DAS EMOÇÕES VIVAS



O seu pensamento já voou para longe, um sorriso se abriu ou as lágrimas já banharam o seu rosto ao ouvir uma música da qual você goste ou que te remeta a boas lembranças? Tenho me pego em situações desse tipo ultimamente. Sem aviso prévio, sensações surgem, lembranças pousam ou sentimentos afloram sem qualquer aviso prévio. A explicação científica deste fato é que ao ouvir uma música da qual a gente gosta, o nosso cérebro ativa a liberação de dopamina, que é um dos hormônios relacionados à sensação de bem-estar e de prazer. Mas, seria apenas isso? Ou a referida música te faz relembrar fatos vividos, lembranças boas ou emoções por conquistas atingidas, ou até por perdas, ao longo da vida? Para quem já tem uma história de vida, eu diria que a segunda hipótese é a mais correta.


Com o passar do tempo, cada vez temos mais a noção que a nossa vida é curta e pode terminar quase sem percebermos. Por isso a importância das boas lembranças e do quase dever de reprisar essas boas sensações nos dias presentes. Alguns podem até dizer que esse assunto é coisa de velho ou trata-se de sentimentalismo barato. Para esses, eu digo: viva, tenha amizades, relacionamentos, um trabalho, uma vida digna e depois me conte se esses fatos não ficarão impregnados na sua alma, a um passo de aflorarem novamente.


Viver é uma dádiva infinita. Então devemos aproveitar e nos apropriar dessa vida com intensidade e fazer de tudo para que este tempo terreno seja o mais feliz possível. Ouça as suas músicas! Viva! Relembre! Sonhe…











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